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A resposta de ontem Onde moravam Priscila e Áquila em Romanos 16? Em Roma. Em Romanos 16.3 a 16.5, Paulo manda saudar Priscila e Áquila, que "pela minha vida expuseram as suas cabeças", e também "a igreja que está em sua casa". O casal expulso da capital por ordem de Cláudio voltou para lá depois do fim do reinado dele, no ano 54, e abriu a casa outra vez para os cristãos. |
Ponha a lamparina de novo sobre a mesa. O fio que sai pela boca de barro é linho, a fibra tirada do caule da planta do mesmo nome, batida, penteada e torcida em cordão grosso. O hebraico chama esse pavio de pishtah (linho, mecha de linho). A palavra é parente de pēsheth, o nome da planta e do tecido. O mesmo termo serve ao campo, ao tear e à lamparina. Em Josué 2.6, Raabe, a mulher de Jericó que escondeu os dois espias de Israel, cobre os homens com talos de linho postos para secar no telhado. Ali a palavra ainda é planta colhida. Provérbios 31.13 leva o linho para dentro de casa. Na Almeida Revista e Corrigida, a mulher virtuosa “busca lã e linho e trabalha de boa vontade com as suas mãos”. O linho estava entre as plantas mais antigas da lavoura de Canaã. O Calendário de Gezer, plaquinha de calcário achada pelo arqueólogo irlandês R. A. S. Macalister em 1908, reserva um mês do ano para arrancar o linho. Um pavio de linho só queima limpo quando está encharcado de azeite. Seco, ele carboniza e solta fumaça escura. A chama que fumega avisa duas falhas: pouco óleo na lamparina ou ponta queimada demais. As duas têm conserto barato. Põe-se azeite, corta-se a ponta preta, e o mesmo linho volta a dar luz. A dona da casa apressada trocava o pavio; a cuidadosa só aparava. O adjetivo do versículo é kēhāh (fraco, apagando-se). Ele vem de um verbo usado para a vista que escurece, como os olhos de Isaque em Gênesis 27.1, velho demais para enxergar os filhos. A cana do versículo é qāneh rāṣûṣ (cana amassada, rachada). O segundo termo vem de um verbo que significa esmagar. A Almeida escolheu “trilhada”, como o grão pisado na eira. Os arqueólogos acham essas lamparinas aos milhares nas escavações de Israel, muitas com a boca ainda preta de fuligem. A marca escura mostra o lugar exato onde o linho queimava, noite após noite. O próprio Isaías usa o pavio de novo um capítulo adiante. Em Isaías 43.17, o exército do Egito se apaga como um pavio de linho. Lá a mecha morre. No capítulo 42, ela fica acesa. João Calvino, no comentário a Isaías publicado em 1551, lê os dois objetos como retrato de gente fraca na fé, que qualquer mestre impaciente descartaria e que o servo guarda e trata. Quem é o servo? Isaías não dá nome a ele neste trecho. Leitores judeus viram ali Israel ou o próprio profeta. Mateus 12.18 a 12.21 aplica o texto a Jesus. O versículo sozinho não decide, e os comentaristas seguem divididos.
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